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Paraná

SUS é a política pública mais inclusiva do Brasil, diz Michele Caputo

O reconhecimento do SUS, segundo Michele Caputo, se fortaleceu principalmente no enfrentamento da pandemia da Covid, com o trabalho dos profissionais da linha de frente, a retaguarda hospitalar e o controle da saúde.

Assessoria

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21 de setembro de 2021

O deputado Michele Caputo (PSDB) disse, nesta segunda-feira (20) durante a sessão plenária da Assembleia Legislativa do Paraná, que o SUS (Sistema Único de Saúde) é a política pública “mais inclusiva do Brasil”. “Apesar de todas as dificuldades, aumentamos a expectativa e a esperança de vida dos brasileiros, aumentamos os transplantes, estamos entre os dois melhores países do mundo com essa política”, disse ao destacar os 31 anos do SUS.

 

O deputado destacou ainda outros avanços como o aumento do acesso a medicamentos, inclusive os genéricos, e a diminuição considerável das mortes materno-infantis. “Temos o maior programa de combate e enfrentamento do HIV/AIDS reconhecida pela Organização Mundial da Saúde, o fortalecimento das instâncias de vigilância sanitária e da saúde primária, além de uma série de outros ganhos”, disse.

 

 

O reconhecimento do SUS, segundo Michele Caputo, se fortaleceu principalmente no enfrentamento da pandemia da Covid, com o trabalho dos profissionais da linha de frente, a retaguarda hospitalar e o controle da saúde. “O SUS também trouxe ao usuário a discussão das políticas públicas de saúde com as conferências e os conselhos locais. É a maior política inclusiva do Brasil e serve de modelo para outras políticas como assistência social, segurança e demais políticas”.

 

“O SUS tem vários problemas, de financiamento e alguns problemas de gestão. Tem dificuldades para serem vencidas, mas inegavelmente o SUS, a sua estruturação, foi extremamente importante para esse desafio que o país atravessa ainda que é o enfrentamento da pandemia”, completou.

 

Reconhecimento – O deputado também destacou o empenho dos profissionais de saúde, gestores municipais, prefeitos e governantes que apesar das deficiências e dificuldades foram fundamentais para os avanços do sistema público de saúde. “É bom lembrar sempre aos céticos o que era antes do SUS, o acesso à saúde só era garantido àqueles com carteira assinada. Quem não tinha carteira assinada, rezava pela caridade alheia”.

 

Michele Caputo disse ainda que o SUS incluiu pessoas e universalizou o atendimento à saúde. “É uma conquista que trouxe ganhos de qualidade de vida, claro, acompanhado de outras políticas como o saneamento e a educação. Foi melhorando com série de avanços na infraestrutura, mas, objetivamente, o SUS capitaneou tudo isso, e o SUS é fruto dessa história”.

 

“Fica o registro a todos os homens e mulheres, independentemente de sua formação, que lutaram ao longo da sua vida inteira para que o SUS virasse uma realidade, ações fossem descentralizadas e as conquistas alcançadas. Com mais recursos e atenção à questão técnica e à ciência, tenho certeza que iríamos vencer mais rapidamente e continuar avançando nesse que é o maior sistema de saúde dos países acima de 100 milhões de habitantes”, completou.

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