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Rural

Florada dá sinais de que a safra de ameixas e pêssegos será a melhor dos últimos anos na região

Kelly Ramos

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14 de setembro de 2021

A expectativa é de uma boa colheita das frutas em 2021. Foto: Kelly Ramos

A colheita de ameixas e pêssegos deve ser muito boa em 2021. Os sinais já são visíveis, com a florada acima do comum. Em Fernandes Pinheiro, na propriedade de Eugênio Demczuk, a beleza do pomar chama a atenção e o momento é de cuidados para que a colheita seja de bons frutos nos próximos meses.

 

Fruticultor há 21 anos, Demczuk começou com a plantação e kiwi, a qual preza por sua qualidade, trabalhando para deixar a fruta saborosa, com acidez na medida certa. Também já há alguns anos decidiu trabalhar com ameixas, tendo expectativa de colher neste ano uma média de 40 toneladas.

 

 

Florada embeleza o pomar da propriedade. Foto: Kelly Ramos

 

“Acreditamos que o clima deste ano favoreceu. Fez bastante frio, no tempo certo, e o resultado estamos vendo com essa florada”, ressalta. Além do clima favorável, os cuidados permanentes também fazem a diferença, como a poda, a irrigação, pulverizações, o raleio para dar espaço para a fruta se desenvolver antes de ser colhida, além da  colheita e classificação.

 

O casal Edilene e Esmeraldo Castanho trabalha na propriedade e conta que há dois ou três anos não se via uma florada como a de agora. “Estamos muito otimistas, esperando uma grande safra. Torcemos para que não tenha nenhum contratempo, como chuva de granizo, que pode prejudicar”, conta ela.

 

Os pomares ficam em Fernandes Pinheiro e também na comunidade do Pirapó, em Irati. Além dos kiwis e ameixas, Demczuk também começou a produzir pêssegos. As suas frutas atendem o mercado local e também cidades próximas, como Palmeira, Ponta Grossa, Curitiba, Guarapuava e o próprio CEASA. O kiwi vai mais longe, sendo comercializado principalmente em outras regiões do Estado.

 

De acordo com Edilene, a colheita das ameixas começa no final de novembro, da variedade Fortune e no final de dezembro, a da variedade Letícia. Para atender a demanda do mercado, elas são colocas em câmeras frias, onde permanecem aptas para consumo durante dois meses.

 

Com muito zelo, as frutas são embaladas e transportadas aos seus destinos, fazendo parte das refeições de muitos paranaenses.

 

Demczuk conta que o kiwi também já dá bons sinais de que a próxima safra será acima da média dos últimos anos. “São frutas que gostam do frio e como o inverno foi rigoroso, podemos esperar bons resultados”, comenta. A expectativa é de colher em torno de 60 toneladas de kiwi em fevereiro de 2022.

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